Estamos preparados para atender a população que mais cresce no mundo?

Quando pensamos no futuro dos idosos, logo vem a mente aspectos referentes à saúde e à previdência social. São dois pontos essenciais para a população que envelhece, porém, a população idosa possui outras necessidades. Idosos precisam de oportunidades na área da educação, de acessibilidade, de cultura e lazer, dentre outras.

Segundo os dados e projeções do IBGE, em 2010 somavam-se 20 milhões de idosos (10,8% da população total), em 2017, 30 milhões (14,6%) e, em projeção para o ano de 2060, 73 milhões (32,2%).


Educação
O educação é um direito prescrito no Estatuto do Idoso. No Brasil, a aprendizagem tardia está atrelada a ideia de reparação para aqueles que não conseguiram se alfabetizar antes. Mas mesmo para idosos com formação, a prática da educação permanente auxilia na prevenção das perdas cognitivas.

A oportunidade de alfabetizar-se, ainda que na terceira idade, abre portas para pensar de forma crítica sobre a vida e o mundo, permitindo novas experiências sociais e momentos de prazer, e quanto mais ativos forem, mais estarão inseridos na sociedade.

No futuro, a educação terá papel importante, para que o idoso possa acompanhar e aprender a interagir com as novas tecnologias,cada vez mais presentes no nosso cotidiano.


Acessibilidade
Torna-se cada vez mais necessário e porque não dizer urgente pensar em todas as questões ligadas a habitação somada à realidade demográfica do mundo que envelhece e que é uma das maiores certezas do futuro. A arquitetura deve se preparar para aumento da quantidade de idosos nos próximos anos.

Questões de envelhecimento e acessibilidade são confundidas a todo instante. As características construtivas para o idoso não são, necessariamente, iguais as implicadas em um ambiente para uma pessoa em cadeira de rodas. O ambiente construído deve trabalhar como elemento facilitador na tarefa de atendermos as nossas necessidades diárias, diminuindo os riscos de acidentes e a sensação de limitação que a idade traz.

O desenho universal é uma ferramenta necessária à superação do estado atual dos espaços. E a arquitetura deverá reconhecer, respeitar e responder às diferenças, garantindo a qualquer pessoa o uso de edifícios, objetos ou do meio em que vive considerando suas possíveis perdas funcionais e a vasta diversidade e necessidades humana.


Cultura e lazer
Atividades de lazer e cultura ajudam a manter idoso saudável. Por outro lado, o processo de envelhecimento traz mudanças nos interesses, nas preferências relacionadas às atividades de lazer. Observa-se um aumento no tempo livre e uma diminuição de responsabilidade em tarefas domésticas e profissionais, mas nem sempre aumenta de forma significativa o interesse do idoso por atividades de lazer.

O mais importante é despertar no idoso a motivação em ocupar seu tempo. Devemos auxiliar o idoso na manutenção de seu equilíbrio físico e social, afastando-o do processo de isolamento, da vulnerabilidade a doenças. O lazer na terceira idade tem o objetivo de despertar as potencialidades dos idosos para aspectos criativos e sociais, estimulando a socialização, o compartilhar de experiências, a sensibilidade, as emoções, a comunicação, o aprendizado de coisas novas, permitindo-lhes uma vida ativa sem obrigações, com mais satisfação e qualidade, sendo valorizados e respeitados pela sociedade.


Atendimento em geral
Os responsáveis por setores de atendimento e comerciários precisam se preocupar em preparar a equipe para atender os idosos de forma adequada. É fundamental que a pessoa que irá lidar diretamente com o idoso não tenha nenhum tipo de preconceito e não generalize, pois apesar de apresentar características semelhantes, cada idoso tem sua própria personalidade.

Também é essencial compreender que as condições associadas ao envelhecimento podem acarretar-lhes problemas e limitações, tanto do ponto de vista fisiológico, quanto cognitivo, quanto psicossocial e, devido a estas condições, é preciso ter um pouco de paciência e respeitar o seu tempo.

Por outro lado, deve-se lembrar que alguns idosos são independentes e não necessitam de nenhum tipo de ajuda, e tentar auxiliá-los pode ser o suficiente para que se sintam inúteis, dependentes ou mesmo para irritá-los. É imprescindível ter a sensibilidade de entender quando e como ajudar, para não parecer invasivo ou negligente para com o idoso.


Pensar no futuro é pensar na nossa qualidade de vida em nossa velhice. É um compromisso de todos por um envelhecimento mais digno e saudável.

Nossa missão é melhorar a vida das pessoas através de nossos equipamentos de reabilitação. Quando uma pessoa perde parte ou total mobilidade física, um guincho de transferência vem a ser o melhor aliado no tratamento do paciente.

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